Mesmo após alguns anos do lançamento, o MacBook Air 13 com chip M1 continua figurando entre os notebooks mais vendidos e procurados no Brasil em 2025. O motivo é simples: ele combina bom desempenho, bateria de longa duração e um preço que, apesar de ainda elevado, é bem mais acessível do que as versões mais novas.
Neste artigo, a análise é totalmente focada no MacBook Air 13 M1, modelo que ainda domina as buscas e as vendas por aqui. A ideia é responder de forma direta se ele ainda faz sentido hoje ou se já ficou ultrapassado diante dos modelos M2 e M3.

Introdução ao produto
O MacBook Air M1 marcou uma virada importante para a Apple, sendo o primeiro notebook da marca com chip próprio baseado em ARM. Mesmo em 2025, ele segue como uma opção relevante para quem busca um notebook confiável para trabalho, estudo e uso geral.
O foco aqui nunca foi desempenho extremo, mas sim eficiência. É um notebook silencioso, leve e pensado para quem passa horas na frente da tela, seja escrevendo, estudando ou trabalhando com múltiplas abas abertas.
Desempenho no uso diário
Para tarefas do dia a dia, o MacBook Air M1 continua surpreendendo positivamente. Navegação com muitas abas, documentos, planilhas, chamadas de vídeo e consumo de conteúdo rodam sem engasgos.
Ele também aguenta bem edições leves de foto e vídeo, especialmente em softwares otimizados para o chip M1. Não é uma máquina para projetos pesados ou renderizações longas, mas para uso comum, ainda entrega desempenho consistente e estável.
Tela
A tela de 13 polegadas é um dos pontos mais elogiados do MacBook Air M1. A qualidade de imagem é ótima para a proposta, com boa definição, cores equilibradas e brilho suficiente para ambientes bem iluminados.
Para quem trabalha lendo textos, editando documentos ou assistindo vídeos, o conforto visual é evidente. Não é uma tela voltada para jogos ou uso profissional avançado de cor, mas atende muito bem o público geral.
Teclado e trackpad
O teclado é confortável e silencioso, ideal para quem digita por longos períodos. A experiência de escrita é consistente, sem surpresas negativas, mesmo após meses de uso.
O trackpad segue sendo um dos melhores do mercado. A precisão e os gestos do macOS facilitam bastante o uso no dia a dia, a ponto de muita gente dispensar o mouse.
Bateria e autonomia
Aqui está um dos maiores motivos para o MacBook Air M1 ainda valer a pena em 2025. A autonomia continua excelente. Em uso leve ou moderado, é comum passar um dia inteiro longe da tomada.
Mesmo após algum tempo de uso, a eficiência energética do chip M1 ainda se destaca frente a muitos notebooks Windows da mesma faixa de preço.
Software e experiência
O macOS roda de forma fluida e bem otimizada no MacBook Air M1. O sistema é estável, recebe atualizações constantes e funciona muito bem integrado a outros dispositivos da Apple.
Para quem já usa iPhone ou iPad, recursos como AirDrop e sincronização de arquivos facilitam bastante a rotina. Quem vem do Windows pode estranhar no início, mas a adaptação costuma ser rápida.
Prós e contras
Pontos positivos
Desempenho ainda muito bom para tarefas do dia a dia
Excelente autonomia de bateria
Design leve e portátil
Tela de boa qualidade
Sistema fluido e estável
Pontos negativos
Preço ainda elevado no Brasil
Poucas portas, exigindo adaptadores
Não indicado para jogos ou tarefas muito pesadas

Vale a pena?
O MacBook Air 13 M1 vale a pena em 2025 para quem procura um notebook confiável para trabalho, estudo, navegação e consumo de conteúdo, sem a necessidade de alto desempenho gráfico.
Por outro lado, não é a melhor escolha para quem precisa rodar jogos, softwares pesados ou busca o máximo de potência pelo menor preço possível. Nesse cenário, alguns notebooks Windows podem oferecer mais desempenho bruto.
Conclusão
Mesmo não sendo o modelo mais recente, o MacBook Air 13 M1 continua fazendo sentido em 2025. Ele entrega uma experiência equilibrada, com bom desempenho, bateria duradoura e uso silencioso.
Para quem encontra o modelo por um preço competitivo e se encaixa no perfil de uso, ainda é uma escolha segura. Vale sempre comparar valores e avaliar se as limitações fazem diferença na sua rotina.

